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Quibi: ex-presidente da Disney, quebra a empresa em 6 meses

Você acha que uma carreira como liderança de uma grande empresa significa que a pessoa sabe empreender? Você acha que “começar grande” é uma boa ideia? Se você acha que sim, venha com a gente!
Vamos refletir sobre o porquê de 2 bilhões de investimento — de celebridades como Steven Spielberg, Jennifer Lopez , Kevin Hart e a expertise do ex-presidente da Disney não conseguiram salvar uma empresa.

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O que rolou?

Você chegou a usar o Quibi? A startup que prometia revolucionar o consumo de entretenimento, através de vídeos de menos de 10 minutos estrelados por celebridades, fechou as portas em 2020 após apenas 6 meses.

O criador da empresa, Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney CEO da empresa, Meg Whitman, citaram a pandemia como um dos motivos para o empreendimento não ter dado certo. O conteúdo foi pensado para ser consumido rapidamente no celular — em situações como filas ou no transporte público.

Mas essa necessidade diminuiu quando as pessoas se recolheram em suas casas. Além dos outros serviços de streaming também possuírem apps para celular, o YouTube e o Tik Tok oferecem vídeos curtos de maneira gratuita. 

Outro fator que contribuiu para a queda do Quibi foi o fato de que os usuários não conseguiam compartilhar prints do app ou partes dos vídeos nas redes sociais. E isso foi de encontro a todas as tendências em relação ao consumo de entretenimento. O que seria de um evento como o episódio final de Game of Thrones sem o Twitter, não é mesmo?
Em carta aberta, Katzenberg e Whitman disseram: “Acreditamos que não tivemos sucesso por duas razões prováveis: a ideia pode não ter sido forte o suficiente para justificar um serviço extra de streaming ou nosso timing não foi correto.

Por que o Quibi não deu certo?

Um dos investidores do Quibi foi Anis Uzzaman, que está à frente da Pegasus Tech Ventures. “As startups deveriam voltar ao modelo de lean startup, onde você começa pequeno e vai crescendo gradualmente ao ver que tem tração no mercado,” disse ele.

Acompanhamos a repercussão e pedimos aos membros da Inventivos que comentassem sobre esse caso. E recebemos opiniões semelhantes. O especialista em impacto socioambiental Wallacy Barreto apontou que os investidores podem ter “confiado demais” no produto por causa das reputações dos líderes da startup.

Já a Product Designer Juliana Leal aponta a ausência de inovação e a falta de entendimento do público como os principais problemas. “A maioria das empresas tomam decisões com base nas visões das lideranças e olham para dados sem pensar nas pessoas. Todo mundo tá viciado em olhar apenas para concorrentes e isso causa um efeito de fazer mais do mesmo. Você disputa algo que já está saturado, sem apresentar diferencial de valor para o público.”

Ela também disse que o MVP — Mínimo Produto Viável — serve para dar um direcionamento; mas o sucesso da empresa depende do aprendizado contínuo e da adaptabilidade. 

Luana Minho Rabelo, escritora, aponta o perigo do investimento precoce. “Ter um cargo de liderança em uma grande empresa não é a mesma coisa que começar um negócio do zero. São competências e situações diferentes. Acho que as pessoas que estão ‘no topo’ em termos de carreira têm dificuldade de lidar com o ‘começar pequeno.’”

Podemos te ajudar a não cometer os mesmos erros!

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